quarta-feira, 29 de outubro de 2014

CRUZADA NACIONAL DE SOLIDARIEDADE E ESPERANÇA

JUSTIFICATIVA O mundo vem passando por diversas transformações que vão muito além do imaginável. Apesar de todo avanço tecnológico, vivemos num mundo de desigualdades sociais, onde as pessoas vivem à mercê de condições impostas por outros. A situação se agrava ainda mais com as frequentes catástrofes, epidemias diversas, e atos violentos de terrorismo nos últimos anos. Terremotos, enchentes e desastres ambientais, somam-se as condições subumanas de populações inteiras. Cada um de nós podemos fazer um pouco para melhorar as condições sociais, econômicas e ambientais da humanidade, fazendo isso na nossa própria comunidade. Precisamos criar meios para sensibilizar o indivíduo, certo que cada um pode ajudar, fazendo sua parte. Essas ações coordenadas repercutem das mais variadas formas, garantindo que possamos viver desde já, num mundo sustentável, repleto de dignidade, cidadania e altruísmo. OBJETIVO O objetivo do nosso projeto é promover mudanças de paradigmas, conscientizar a sociedade a participar e contribuir solidariamente, para melhorar as condições de vida de muitas pessoas. Acreditamos que é possível promover ações coletivas e encontrar solução para muitos problemas. Para isso é necessário que haja mobilização dos meios e concentração de esforços para atingir os objetivos. É com atitudes positivas; como um simples gesto, uma palavra amiga, um sorriso, o estender a mão, que podemos trazer esperança e fazer diferença na vida daqueles que mais precisam. Tendo nós a responsabilidade de cooperar, podemos entoar o cântico na interpretação em português da musica: We Are The World, (“Um Mundo Bem Melhor”). O convite é dirigido a você e a todos os brasileiros, a mensagem de solidariedade e esperança! “Eu e você podemos Muito.” https://www.youtube.com/watch?v=NCWt_0bgU_Q&feature=em-upload_owner

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

NÃO AJUNTEIS TESOUROS NA TERRA!

ESTA É A MENSAGEM QUE DEIXO A TODOS MEUS AMIGOS E IRMÃOS PARA REFLEXÃO Neste Ano Vindouro de 2014! "Não ajunteis para vós tesouros na terra; onde a traça e a ferrugem os consomem, e onde os ladrões minam e roubam; mas ajuntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem os consumem... (Mateus 6. 16 a 20)" Nesta vida natural, lutamos a cada dia para sobrevivermos. Nesta luta estabelecemos alvos, despertando o anseio por conquistas. Ocorre que, por vezes, valorizamos demais estas conquistas. Tudo o que alcançamos no tempo presente só terá valor nesta vida efêmera. Todas as coisas naturais estão sujeitas às traças e ferrugens que as consomem; ou seja, a corrupção e injustiça que imperam em nossos dias. Nossa vida passa muito rápido e o valor dela não está nas conquistas materiais mas sim no que se vive! Se vivemos o amor de Deus, seguindo tudo aquilo que Ele nos ensina através de sua Palavra, seremos felizes e contaremos nossos dias em paz, mesmo que nos sobrevenham dificuldades. Por outro lado, se não vivemos o amor e o desprendimento das riquezas materiais obedecendo aos Estatutos de Deus, certamente seremos infelizes e incompletos durante todos os dias de nossas vidas. Deus deseja que usufruamos do melhor que essa terra pode nos oferecer, mas, Ele não deseja que nossos corações estejam ligados aos bens materiais. Ele quer ser o primeiro em nossas vidas. Quer que, antes de tudo, tributemos a Ele a Glória e a Honra que lhe é devida! Ele é o nosso Deus, e somente Ele pode nos fazer felizes! A palavra coração, na Bíblia, significa vontade, a alma que é o centro da expressão de vontade do homem. Entenda o que a Palavra diz no final desta passagem citada:...Onde estiver o seu tesouro, aí estará o seu coração... Ou seja, onde estiver o que tem valor para você, aí estará ligada a sua alma, ou a expressão maior de sua vontade. "Não ajunteis para vós tesouros na terra; onde a traça e a ferrugem os consomem, e onde os ladrões minam e roubam; mas ajuntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem os consumem... (Mateus 6. 16 a 20)". Mas ajuntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem os consumem, e onde os ladrões não minam nem roubam. “Porque onde estiver o teu tesouro, aí estará também o teu coração”. Mateus 6:19-21 Com estas Palavras Jesus nos ensina a lição de servir ao próximo, de ter espírito voluntário. Ser voluntário é alguém que se dispõe a viver para servir, pois quem serve ao próximo por Deus é servido!

quarta-feira, 31 de julho de 2013


A MENSAGEM DO EVANGELHO PARA HOJE


O Sacerdócio de Todos os Crentes


         O significado original da palavra “sacerdote” é “aquele que oferece” (Hb.5.1; 8.3; 1Pd.2.5). Um sacerdote é aquele que tem o privilégio de entrar na presença de Deus em representação do povo. No cristianismo, um sacerdote exerce seu sacerdócio ao oferecer os sacrifícios de louvores a Deus e ao apresentar petições a Deus em oração (Hb.13.5; 1Jo.5.14-15). Contudo, uma das causas da debilidade e da confusão dominante na igreja professante é que o sacerdote tem sido em muitos casos usurpado como direito por uma classe privilegiada de pessoas, algumas das quais nem sequer são salvas!
A Escritura ensina que todos os crentes são sacerdotes! O livro de Apocalipse declara que fomos feitos “sacerdotes para Deus” pela morte e derramamento do sangue de Cristo (Ap.1.6; 5.10). A primeira epistola de Pedro também anuncia: “Vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais e agradáveis a Deus por Jesus Cristo.” A epistola aos hebreus exorta aos cristãos como um todo para que se aproximem de Deus dentro do véu, no lugar santíssimo – na presença de Deus (Hb.10.19-22; 13.15-16). Como sacerdotes, temos direito de “aproximarmos” da Sua presença. No lugar que nenhum filho de Arão podia entrar. Inclusive quando Arão, o Sumo Sacerdote de Israel, entrava uma vez ao ano adentro do véu, não entrava com a liberdade como nos temos agora; no Dia da Expiação entrava com temor de morrer, porem, nós podemos entrar “em inteira certeza de fé.”. Nas diversas passagens da Escritura em que se trata da questão do sacerdócio, não há menção, nem sequer uma insinuação, de que só alguns dos santos são sacerdotes. Tampouco há nenhum outro lugar no Novo Testamento onde se propõe tal conceito. Quando o Novo Testamento fala de sacerdócio, se refere ao ato que todos os crentes constituem tal sacerdócio.
Portanto, a Escritura ensina que todos os cristãos são sacerdotes, e, portanto todos têm o mesmo privilegio de exercer este privilegio na presença de Deus, é evidente que não há necessidade de designar nenhum clero aparte dos outros crentes para que exerçam estes privilégios em favor do resto. Nas reuniões para o culto e oração (nas quais os cristãos exercem seu sacerdócio), só temos que esperar no Espírito de Deus para que Ele conduza as orações e louvores dos santos. Se O deixarmos dirigir a assembléia no posto que Lhe pertence, Ele conduzirá um irmão ali e outro irmão lá, para que expressem de maneira audível a adoração e o louvor como porta-vozes da assembléia.
Quando compreendemos quão estreita é a relação que tem os cristãos como parte do corpo e da esposa de Cristo, podemos ver até que ponto é incompatível com o conceito de uma classe ministerial de crentes que estejam mais próximos de Deus que os demais (Ef.2.13; 5.25-31).
Manter uma classe sacerdotal para nós como cristãos significa negar que somos capazes, como sacerdotes, de oferecer sacrifícios espirituais a Deus. Na verdade, isto elimina os privilégios do cristianismo e é uma restauração do judaísmo.
Ainda que poucas denominações cheguem tão longe como dar a seus clérigos o titulo de sacerdote (o que implica que os demais naquela denominação não são), a maioria das igrejas de tipo evangélico chamam a seus clérigos “Pastor” ou “Ministro”. Existe pouca diferença prática em que esta posição na igreja seja designada com o término “Pastor” ou “Sacerdote”:não é conforme a verdade da Escritura.

A Diferença Entre Sacerdócio e Dom

É importante compreender a diferença entre sacerdócio e dom. São duas coisas distintas. Um sacerdote vai a Deus em representação do povo, aquele que exerce seu dom vai ao povo em representação de Deus.
Os dons são, particularmente, o que o Senhor dá, como Cabeça da igreja, aos diversos membros de Seu corpo, para que possam desempenhar o posto que Deus lhes tem dado no corpo. A Bíblia ensina que cada membro do corpo de Cristo recebeu um dom (1 Co.12.7; Ef.4.7; 1Pd.4.10; Rm.12.6-8).
Entretanto, nem todos os membros do corpo de Cristo têm um dom para ministrar a Palavra. Alguns podem ter um dom facilmente reconhecível: como evangelistas, pastores ou mestres (Ef.4.4-16; Rm.12.4-8; 1 Co.12.4-31); no caso de outros, pode tratar-se de coisas menos definidas, como “exercer misericórdia” (Rm.12.8; 1 Co.12.28). Tanto ao se tratar de evangelismo ou de ajudas, uma coisa é certa: que todos temos algo para fazer no corpo de Cristo. Os dons têm sido dados com o propósito de “aperfeiçoar os santos para a obra do ministério, para a edificação do corpo de Cristo; até que todos cheguemos a unidade da fé e ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, a medida da estatura completa de Cristo. Para que não sejamos mais como meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente. Antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que a cabeça, Cristo” (Ef.4.12-15).
Isto nos mostra que os dons são para o beneficio espiritual da Igreja.

A Diferença Entre Capacidade e Dom

Em Mateus 25.14-30 o Senhor estabelece uma distinção entre capacidade e dom. Conta a historia de um homem que empreendeu uma viagem a um país distante, antes de partir, deu talentos (uma soma de dinheiro) a seus servos, os quais deviam negociar até que ele voltasse. Alguns receberam mais e outros menos. Esta é uma evidente alusão ao Senhor dando dons a Seu povo, os quais devem exercer-los para Ele em Sua ausência. Um dia Ele voltará e pedirá conta do que temos feito com o que nos tem dado como dons. Naquele dia se darão recompensas aos que tem desempenhado fielmente seu ministério (Mt.25.19-23).
É digno de observar que o homem da parábola deu “a cada um segundo a sua capacidade” (Mt.25.15). Aqui o Senhor distingue entre ambas as coisas. Observemos que esses servos tinham suas várias capacidades antes que o amo os chamasse para dar-lhes os talentos.
A capacidade é algo que se dá a uma pessoa quando nasce neste mundo. Em Sua providencia, Deus determina e forma o vaso de Seus propósitos muito antes que ele ou ela sequer sejam salvos. Deus dá e ajusta os poderes e as capacidades intelectuais da pessoa, já incluso antes da conversão. O dom, pelo contrário, é algo que é dado a pessoa pelo Espírito da parte do Senhor quando é salvo. Assim que, a capacidade é natural, o dom é espiritual. O dom se dá a uma pessoa para que possa cumprir seu ministério no corpo de Cristo. Aqui se vê a sabedoria do Senhor, em dar o dom segundo a nossa capacidade. Por exemplo: geralmente não se dá o dom de evangelista a uma pessoa tímida. A pessoa que naturalmente gosta de estar com as pessoas e que tem facilidade de palavras seria candidata a receber um dom assim. Da mesma forma, o dom de ensino exige certa medida de capacidade natural na área do poder intelectual.
Mencionamos isto porque há muita confusão acerca deste assunto no âmbito da Cristandade. As vezes ouvimos de cristãos referindo-se a famosos músicos ou atletas convertidos, no sentido que suas capacidades naturais são “seus dons”. Aclaremos este ponto: um dom é uma manifestação espiritual no corpo de Cristo. Está relacionado com coisas espirituais (1 Co.12.1; 14.1). Não vemos nas Escrituras que Deus queira reuniões da igreja onde essas pessoas possam exibir suas capacidades naturais. Às vezes essas pessoas famosas são usadas tão somente para entreter a audiência. Perguntamos: ‘Se está consolidando os santos de Deus na verdade por meio de todas estas coisas naturais?’ Os dons não são para entretenimento dos santos de Deus, senão para a edificação dos santos em sua “fé santíssima”.
J. N. Darby disse: ‘É um principio totalmente falso que os dons naturais sejam eles mesmos a justificação de seu uso. Pode ser que eu tenha uma força assombrosa ou grande velocidade em correr, deixo um homem derrubado com o primeiro e ganho um troféu com o segundo. A música pode ser algo mais refinado, porem o princípio é o mesmo. Creio que isto seja da maior importância. Os cristãos têm perdido sua influencia moral ao introduzir a natureza e o mundo como coisas inócuas. Todas as coisas me são lícitas. Porem, como disse, não podemos mesclar a carne e o Espírito’.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

UM APELO À RESTAURAÇÃO DA IGREJA


A MENSAGEM DO EVANGELHO PARA HOJE


                                  UM APELO À RESTAURAÇÃO DA IGREJA

                                                               Leitura: 1 Timóteo 4:1-16

Jesus Cristo prometeu: “sobre esta pedra edificarei a minha Igreja (Mateus 16:18).” Ele falou sobre a Igreja única, construída sobre fundação, pertencendo apenas a Ele próprio – o único Salvador que daria a Sua vida para comprar a Igreja (Atos 20:28). Jesus Cristo, que morreu na cruz pelos pecados do mundo, é o foco central das Escrituras, o foco central da Igreja, e o foco central deste estudo. Esta série considera a fé e prática da Igreja fruto de gratidão a Cristo, cuja graça e autoridade a Igreja deve refletir. A Igreja do Senhor começou em Jerusalém, no primeiro dia judaico de Pentecostes depois da ressurreição de Jesus. Naquele dia, aproximadamente 3.000 pessoas ouviram o evangelho, ao qual responderam em arrependimento e batismo, e foram acrescentadas pelo Senhor (Atos 2:36-47). Todos os apóstolos e primeiros convertidos eram parte deste “corpo único,” cuja unidade tinha raízes em um só Espírito, uma só esperança, um só Senhor, uma só fé, um só batismo, e um só Deus (Efésios 4:4-6). Esta Igreja única era composta de muitas congregações locais. As pessoas eram imperfeitas, mas o modelo da palavra de Deus era perfeito (2 Timóteo 1:13-14; Filipenses 3:17). Os apóstolos usaram este modelo divino para instruir e corrigir as Igrejas (1 Coríntios 4:17; 7:17; 14:34-37; Apocalipse 2-3). Eles ensinavam os outros que, por sua vez, deveriam ensinar ainda outros a mesma mensagem imutável (2 Timóteo 2:2). Jesus havia dito a mesma coisa: “ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei. (Mateus 28:20).”

Contudo, os apóstolos advertiram: “E dentre vocês mesmos se levantarão homens que torcerão a verdade, a fim de atrair os discípulos para si. Por isso, vigiem!” (Atos 20:30-31)!” Eles, muitas vezes, previram que os falsos mestres iriam introduzir erro, corrompendo a Igreja, e que pessoas sinceras iriam segui-los e se perderem. Eles disseram que haveria falsas doutrinas, distorções das Escrituras, e pessoas se desviando da fé. Leia 1 Timóteo 4:1-16; 2 Pedro 2:1-3; 3:14-18; 1 João 2:18-19; Apocalipse 2:14-16, 20-23. O Espírito Santo guiou os apóstolos a escrever várias cartas do Novo Testamento com o claro propósito de prevenir e corrigir tais desvios.

Desde o primeiro século e do estabelecimento daquela Igreja do Novo Testamento, muitas mudanças, tradições, e líderes têm, de fato, influenciado e dividido aqueles que afirmam seguir a Cristo. Estas mudanças envolvem assuntos tais como: organização da Igreja (concílios, bispos monárquicos, e papas), o modo e propósito do batismo, orações a Maria e aos santos, o uso de estátuas e imagens, o acréscimo de nomes criados pelos homens, e muito mais. Buscando reformar a igreja Católica, muitos a deixaram (ou foram excomungados). As igrejas protestantes emergiram como resultado. Com os anos, centenas de denominações têm se formado. Elas estão hoje em dia divididas umas das outras – consideradas como “sociedades” separadas – por seus nomes distintivos, credos, doutrinas, tradições, concílios, convenções e práticas. Alguns grupos negam que toda autoridade religiosa reside nas Escrituras e/ou negam sua inerrância e inspiração. Outros acrescentam outras fontes de autoridade, tais como a tradição humana, novas “revelações,” ou experiência subjetiva. Alguns grupos defendem a posição que assumem sobre questões de moralidade (tais como homossexualismo) e prática doutrinal (como ordenar mulheres para o ministério). Muitos destes grupos se dividiram mais adiante, acrescentando mais nomes específicos para distinguir suas ramificações particulares das outras do mesmo ramo. As “igrejas” listadas nas “páginas amarelas” revelam a que ponto as divisões hoje em dia estão chegando.

Em João 17:20-23 Jesus orou pela unidade de todos os Seus seguidores, tanto para que refletissem Sua unidade com o Pai e para que influenciassem o mundo a acreditar nEle. Falando por meio de Paulo, Deus diz em 1 Coríntios 1:10-13 que os convertidos devem ser de uma só mente e não usar nomes de homens, nem mesmo o de Paulo. Ele pergunta: “Está Cristo dividido? Foi Paulo crucificado por vocês? Ou vocês foram batizados em nome de Paulo?” A própria idéia do denominacionalismo, com seus vários nomes, credos e tradições, viola este texto e a unidade para a qual o mesmo chama todos os que crêem em Cristo. Esta preocupação com a unidade não está separada da cruz de Cristo, mas nela tem a sua raiz.

Visto que estas divisões têm ocorrido e se espalhado, muitos ao longo da história têm ficado alarmados. Eles chamaram para um retorno e uma restauração da fé e prática da Igreja original do Novo Testamento. Nomes como Thomas Campbell, Alexander Campbell, Barton W. Stone, e Walter Scott podem estar entre os mais familiares para as Igrejas de Cristo hoje em dia, mas eles são, de fato, parte de uma longa linha de restauracionistas. O apelo para voltar ao Novo Testamento e restaurar a Igreja primitiva não começou com os Campbells. Incluídos entre aqueles que vieram antes deles estão: Peter Waldo (um mercador francês do século doze), Marsilius (1275-1342, um italiano), William de Occam (c. 1300-1349, um erudito da Universidade de Oxford, Inglaterra), John Wycliff (1324-1384, um outro erudito da Universidade de Oxford), John Huss (1373-1415, um professor da Universidade de Praga), Jerome Savanarola (1452-1498, um italiano), Martinho Lutero, Ulrich Zwínglio, João Calvino, John Knox, os anabatistas, John Glas (1695-1773, um escocês), Robert Sandemann (1718-1771, um outro escocês), João Wesley (1703-1791), e muitos outros. Para suas histórias fascinates, veja The Cause We Plead: A Story of the Restoration Movement, por J.M. Powell, páginas 15-30.

Estas figuras mais antigas não apenas criticaram as alterações e tradições religiosas, elas também descobriram muitas das mesmas verdades bíblicas que Campbell, Stone e os outros nas Igrejas de Cristo iriam mais tarde promover. Alguns desses homens inssitiram em voltar às Escrituras como a única autoridade. Eles rejeitaram o papado, a infalibilidade da igreja, a doutrina do purgatório, o batismo de crianças, a distinção clérigos e leigos, e o uso de instrumentos musicais na adoração. Alguns exigiam o batismo dos crentes por imersão e a observância da Ceia do Senhor no primeiro dia da semana. Eles se esforçaram para traduzir a Bíblia para as línguas dos homens comuns, de modo que cada pessoa pudesse ler e entender a Palavra de Deus. Alguns reconheceram “Igrejas de Cristo” como uma designação descritiva para aqueles que pertencem a Cristo. Muitos desses homens foram rejeitados, perseguidos, e até mesmo mortos por aqueles cujas tradições não-bíblicas e autoridade eles negavam.

Independentemente de suas boas intenções, mais e mais denominações protestantes se formaram com o tempo. Estes grupos iriam documentar as crenças de seus próprios fundadores e exigir estrita adesão a elas. Eles escreveram seus próprios credos e manuais distintivos, e escolheram seus próprios nomes distintivos. Fragmentaram-se e dividiram-se em grupos religiosos menores e mais numerosos.

Contra esta tela de fundo, levantaram-se líderes do que é conhecido hoje em dia como o Movimento da Restauração. No final do século dezoito e início do século dezenove, Tomas Campbell, Alexander Campbell, Barton W. Stone, Walter Scott, e muitos outros pediam um retorno à fé e prática do Novo Testamento. O alvo deles não era formar mais uma denominação, mas restaurar a Igreja do primeiro século. Eles se chamavam de “cristãos” e “discípulos de Cristo.” Eles avaliavam as crenças religiosas à luz das Escrituras, determinaram aceitar e ensinar apenas o que ali encontravam.

Baseados nesta convicção, eles passaram a praticar o batismo apenas por imersão, e apenas para os crentes (não crianças). Eles observavam a Ceia do Senhor no primeiro dia da semana, designaram presbíteros, diáconos, e evangelistas para servir às igrejas locais. Reconheciam a natureza autônoma ou independente de cada congregação. Recusavam-se a estabelecer uma hierarquia ou quartéis-generais terrenos. Usavam o Velho Testamento para instrução, mas entendiam que apenas o Novo Testamento prescrevia os elementos específicos da Igreja. Ensinavam que o Espírito Santo atuava por meio da pregação do evangelho para converter os pecadores a Cristo. Pregavam que, para responder à graça de Deus, a pessoa tem que ouvir, acreditar no evangelho, confessar Jesus como o Filho de Deus, arrepender-se de seus pecados, e ser batizada. Eles afirmavam que a pessoa podia, assim, tornar-se cristã e ser acrescentada pelo Senhor à mesma Igreja original descrita no Novo Testamento. Eles diziam que a pessoa podia ser cristã sem jamais fazer parte de nenhuma denominação humana.

Este é o Apelo que faço para à Restauração da Igreja nos moldes Escrituristicos. Colocando de modo simples, é um apelo para todos os que crêem em Cristo abandonarem todas as divisões denominacionais, unirem-se em torno das Escrituras, e restaurarem a Igreja primitiva. As Igrejas de Cristo buscam identificar a si próprias, não com nenhum destes movimentos históricos, mas apenas com aquela Igreja do Novo Testamento. Como tantos outros no passado, as Igrejas de Cristo humildemente buscam ser compostas de Cristãos não denominacionais, não sectários, e encontram a sua origem naquele dia de Pentecostes registrado em Atos 2, quando a Igreja do Senhor começou.

Muitos lemas ajudam a expressar o Apelo para à Restauração:
“Falar quando a Bíblia fala, calar quando a Bíblia cala”.
“Nenhum credo além de Cristo. Nenhum nome senão o divino”.
“Em assuntos de fé, unidade. Em assuntos de opinião, liberdade. Em todas as coisas, caridade (amor)”.

Para manter uma perspectiva equilibrada neste estudo, a pessoa deve lembrar-se:

[1] Jesus Cristo e a cruz são o centro e coração de tudo relacionado à Igreja. Cristo é a doutrina da Igreja, e toda doutrina e prática é para a glória dEle. Claramente a pessoa não adora a Igreja ou suas práticas; a pessoa adora a Cristo para o qual a fé e prática da Igreja apontam.

[2] Práticas exteriores (tais como o modo do batismo ou a freqüência da Ceia do Senhor) não devem estar separadas de seu significado interno. É possível, mas errado, ter todas as práticas corretas sem ao mesmo tempo envolver o coração em genuíno arrependimento e adoração.

[3] Alguns ensinamentos das Escrituras, enquanto vitalmente importantes, não são assuntos de restauração, porque nunca foram alvos de disputa. O maior mandamento é amar ao Senhor com todo o coração, etc. O Segundo é amar ao próximo como a si mesmo. Atitudes tais como humildade, paciência, compaixão, generosidade, e assim por diante, nunca devem ser minimizadas. Ninguém pense que, por não serem estes assuntos discutidos neste estudo dos assuntos de restauração, eles são de algum modo menos importantes na vida da Igreja. 


segunda-feira, 15 de abril de 2013


Qual foi o pecado da mulher que foi trazida para ser apedrejada em Jo 8,1-11 ?

Esta é uma história muito interessante que só aparece no Evangelho de João. O texto diz que uma mulher foi pega em adultério e por este motivo deve ser apedrejada. Que pecado ela cometeu para ser trazida diante da comunidade e ser condenada à morte? Vamos ver o que a Torá (Lei) nos diz sobre isso:
“Se um homem adulterar com a mulher do seu próximo, será morto o adúltero e a adúltera” (Lv 20,10).
Observamos que a Torá diz que os dois serão mortos, tanto a mulher quanto o homem. Mas não diz que eles devem ser apedrejados.
No Evangelho notamos duas coisas: Não existe um homem,  somente a mulher e esta deve ser apedrejada. Portanto, a pergunta é: de que pecado se trata?   O que significa ser adúltera neste texto?
Na realidade se trata de outro tipo de pecado, vejamos o texto da Torá no qual está escrito que tipo de pecado ela cometeu:
“Quando no meio de ti, em alguma das tuas cidades que te dá o Senhor, teu Deus, se achar algum homem ou mulher que proceda mal aos olhos do Senhor, teu Deus, transgredindo a sua aliança, que vá, e sirva a outros deuses, e os adore, ou ao sol, ou à lua, ou a todo o exército do céu, o que eu não ordenei; e te seja denunciado, e o ouvires; então, indagarás bem; e eis que, sendo verdade e certo que se fez tal abominação em Israel, então, levarás o homem ou a mulher que fez este malefício às tuas portas e os apedrejarás, até que morram”. (Dt 17,2-5)
Para compreendermos melhor este texto temos que saber que a Escritura, para falar do relacionamento entre Deus e Israel, usa a linguagem do casamento. Deus é o esposo e Israel é a esposa. No momento em que a comunidade é fiel, Israel é tratada como a virgem de Israel. Há circunstâncias em que ela é infiel e aí ela é chamada de prostituta, ou adultera; e há também circunstâncias em que ela faz o papel de viúva, como se o esposo estivesse morto, então Israel é apresentado na figura da viúva. Estes quatro aspectos: virgindade, prostituição, adultério e viuvez caracterizam a Escritura e o mesmo tipo de linguagem aparece no Novo Testamento.
Percebemos então que o pecado da mulher é o de infidelidade, não se trata de uma transgressão na área do sexo. Ela foi infiel não a um homem, mas a Deus. Houve uma transgressão da Aliança de algum modo e neste caso, segundo a lei, ela deve ser apedrejada.
Os escribas e fariseus tinham razão, a “Lei ordena apedrejar tais mulheres”. “Mas Jesus, inclinando-se, escrevia na terra com o dedo.” Este gesto de Jesus é muito significativo e aparece apenas uma vez na Escritura.
“Quando Ele terminou de falar com Moisés no monte Sinai, entregou-lhe as duas tábuas do Testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus.” (Ex 31,18).
As tabuas de Pedra escritas com o dedo de Deus é a Torá, a Aliança entre Deus e o povo de Israel. Este gesto de Jesus de escrever com o dedo nos leva a refletir sobre duas realidades; primeiramente que Ele é o próprio Deus que se abaixa para estar com a humanidade; em segundo lugar quer recordar quantas vezes na história de Israel houve infidelidades, e quantas vezes Deus lhe perdoou.
Mas eles persistiam em interrogá-lo, então, ele se ergue e diz: “Quem de vós estiver sem pecado, seja o primeiro a lhe atirar uma pedra!”. Ele se inclina novamente e continua a escrever. Com esta frase de Jesus eles caem em si e percebem que são pecadores. Logo, começam a sair um após o outro, começando pelos mais velhos.
Poderíamos explorar mais este conceito de infidelidade, no entanto, o mais importante é reconhecermos nossa condição de criaturas. Todos nós temos as mesmas dificuldades. Deus na sua infinita bondade nos perdoa sempre.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

PROJETO E PROPÓSITO DE DEUS


Projeto e Propósito de Deus

A Palavra de Deus diz que sem visão o povo se corrompe (Pv19:18). Por isso, é muito importante enxergar os ensinamento que temos recebido dentro do cenário mais amplo do projeto Eterno e Deus e formar uma visão geral do todo. Antes de começar a montar um quebra-cabeça – por exemplo – é sempre bom dar uma boa olhada na figura que está na tampa da caixa. Isso ajuda a formar uma boa visão do todo para depois começar a juntar as peças. No nosso caso, precisamos ter uma visão clara do Projeto Eterno de Deus que foi concebido pelo Pai para cumprir seu Supremo Propósito. Os apóstolos e profetas do Novo Testamento receberam essa visão e a registraram nas Sagradas Escrituras, que hoje, juntamente com a iluminação do Espírito Santo, são nossos guias para a compreensão da vontade de Deus para toda a humanidade.
A Igreja original lançou suas bases de acordo com esse projeto e caminhou por muitos anos sobre seus trilhos, causando um grande impacto na sociedade de sua época. Infelizmente, como o passar dos séculos, ela foi perdendo a revelação inicial e procurou se estabelecer por princípios filosóficos e intelectuais e acabou se mesclando com o mundo, de forma que sua força e visão espiritual se perderam. Mas a Igreja não está à deriva. O Projeto Eterno e original ainda existe e o Deus Criador  o Senhor Jesus Cristo, em seu desejo de ver a Igreja completar tudo aquilo para o qual foi projetada desde a eternidade, não deixa de olhar por ela e participar ativamente em seu desenvolvimento. Por meio do Espírito, Deus está fazendo uma obra em sua Igreja, adornando-a, preparando-a e capacitando-a para que ela cumpra Seu Propósito Eterno. Há um clamor do Espírito para uma volta á simplicidade original e uma separação radical do mundo. Precisamos orar e clamar ao Senhor para que abra nossos olhos e nos faça ver seu projeto e nos dê poder do Espírito para alinharmos nossas vidas e ministérios à Sua perfeita vontade.

O Objetivo Supremo

Todo projeto tem um objetivo. Quando fazemos o projeto de uma casa, por exemplo, o objetivo é termos, ao final, uma casa pronta e habitável. O projeto da casa nos orientará durante a construção para que possamos atingir o objetivo proposto. No caso do Projeto Eterno de Deus, o objetivo é o cumprimento do Propósito Eterno de Deus. Ele envolve todo o plano para a realização daquilo que está no coração de Deus desde a Eternidade – Deus tem um Projeto para cumprir seu Propósito.
Deus não se move por acaso. Tudo que Ele faz tem uma razão, um objetivo, um propósito. O objetivo maior que está no coração de Deus e que por causa do qual Ele fez todas as coisas é chamado “o Propósito Eterno de Deus”. Descobrir qual é esse propósito e viver de acordo com ele, mudará o rumo de nossas vidas. Vamos, então, voltar nossa atenção para a eternidade, com coração sincero, e procurar encontrar em Deus, seu supremo propósito.
O mais perfeito relacionamento que existe está em Deus.  A mais perfeita relação de harmonia, paz, amor, serviço, santidade e sujeição mútua. No coração do Pai (Criador) havia um desejo de estender esse relacionamento sublime, espalhar Seu amor e ter uma multidão de filhos semelhantes ao Seu Unigênito. Deus queria uma família eterna para Ele, onde os filhos fossem semelhantes a Jesus e expressassem Sua vida e Sua glória. Esse é seu supremo propósito, que, por ser eterno, chamamos de “o Propósito Eterno de Deus”.
Ef 1:4-5 Porque Deus nos escolheu nele antes da criação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis em sua presença. Em amor nos predestinou para sermos adotados como filhos, por meio de Jesus Cristo, conforme o bom propósito da sua vontade.
Rm 8:28-29 E sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Porque os que dantes conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos;
Por causa desse propósito Deus começou a executar um Projeto Eterno para a formação dessa grande família, da qual o seu Filho Unigênito seria o modelo, o cabeça, o centro e o Senhor. Ele decidiu, então, criar todo o Universo, e deu especial atenção a um planeta em particular, que foi especialmente preparado para abrigar seres vivos, entre eles o homem, que seria a semente dessa grande família.
Gn1:26-27 Então disse Deus: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança. Domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os grandes animais de toda a terra e sobre todos os pequenos animais que se movem rente ao chão”. Criou Deus o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.
O casal original foi criado para ser o ponto de partida dessa grande família. Seria a primeira família da qual todas as famílias da terra surgiriam, enchendo a terra de pessoas semelhantes a Jesus. A paz, a alegria, o amor, a santidade e tudo mais que era inerente do relacionamento em Deus, deveria fazer parte dessa grande família e a glória do Senhor cobriria toda a terra.
O pecado, porém, interferiu nesse propósito corrompendo a natureza do homem e afastando-o de Deus. O homem perdeu a imagem e semelhança do Criador e, a partir daí, geraria filhos e filhas segundo sua própria imagem, propagando a herança do pecado de geração em geração. Isso o tronou inútil para o cumprimento do propósito de Deus e toda a humanidade ficou arruinada e afastada de Deus (Rm3:12).
Mas no projeto de Deus havia lugar para a salvação da humanidade. Um plano pelo qual  todo o homem poderia ser restaurado e colocado novamente em condições de cumprir Seu eterno propósito. Esse plano se desenvolveu no Antigo Testamento e foi plenamente revelado no Novo Testamento com a vinda de Jesus, o filho de Deus, que resgatou a humanidade perdida e colocou os homens novamente no curso traçado desde a eternidade.
Vemos assim, que a salvação é parte do projeto, mas não é ela mesma o projeto, nem o propósito maior. Para saber mais sobre esse assunto, recomendo que você leia a apostila “o Propósito Eterno de Deus”, que estará relacionada ao final desse estudo, mas por enquanto, vamos continuar formando uma visão mais clara do Projeto Eterno.
Visão de Deus
Quando o profeta Habacuque precisava de uma resposta de Deus, tomou posto de sentinela, sobre a torre de vigia, na fortaleza da cidade e aguardou que o Senhor lhe falasse. Quem sobe a uma torre de vigia quer ver ao longe, quer ter uma visão ampla. Que tremendo significado há em um profeta na torre de vigia.
Habacuque 2:2 Então o Senhor me respondeu, e disse: Escreve a visão e torna-a bem legível sobre tabuas, para que a possa ler até quem passa correndo.
O Senhor lhe respondeu, lhe deu uma visão e também disse: “escreve a visão”. Que importante é ter uma visão clara da parte de Deus. Tão clara que possa ser escrita. Escrever a visão é muito importante para que ela não seja distorcida ou alterada com o passar do tempo. Muita coisa pode se perder ou ser modificada no processo de comunicação de um para outro, , mas aquilo que está escrito tem a virtude de manter a fidelidade original. Assim, a visão escrita torna-se permanente.
Para que seja possível escrevê-la ela deve ser simples, sem complicações, para que mesmo aquele que ”passa correndo” possa ler. Não precisa ser muito complicada, teologicamente elaborada ou explicada de acordo com essa ou aquela corrente filosófica. A visão deve ser simples para que todos possam compreendê-la.
Outro fator importante é que se a visão vem de Deus, podemos ter certeza que ela vai se cumprir. Às vezes somos impacientes, queremos que tudo aconteça imediatamente, no nosso tempo, mas Deus tem Seu tempo. Tudo que Deus falou se cumprirá. È necessário ter fé (Hb11:1), ter certeza daquilo que esperamos no Senhor. Pode demorar, mas se cumprirá, pois Deus é poderoso.
Chegou um tempo onde a visão de Deus foi revelada a seus servos por meio do Espírito Santo. O mistério escondido por séculos, que fora revelado parcialmente aos profetas no Antigo Testamento, foi revelado em sua plenitude aos seus apóstolos e profetas nos tempos do Novo Testamento por meio do Espírito Santo. Felizmente eles escreveram essa visão, de forma muito clara e muito simples nas Sagradas Escrituras.
Um dos homens que mais clareza recebeu da visão de Deus foi o apostolo Paulo. Nas cartas que ele escreveu às igrejas, podemos perceber a compreensão que ele tinha da visão, a qual chamou de mistério – que esteve oculto, mas foi revelado. Dentre todas as suas cartas, a que contém maior teor de revelação do mistério de Deus é a carta aos Efésios.
Nela, o apóstolo “escreveu a visão”, de forma simples e clara, tornando-a permanente. São apenas seis capítulos, cinco páginas, e o conteúdo mais profundo que temos a respeito do Projeto Eterno de Deus para a humanidade.

O Mistério Revelado

Ef 3:1-11 Por esta razão eu, Paulo, o prisioneiro de Cristo Jesus por amor de vós, gentios, se é que tendes ouvido a dispensação da graça de Deus, que para convosco me foi dada; como pela revelação me foi manifestado o mistério, conforme acima em poucas palavras vos escrevi, pelo que, quando ledes, podeis perceber a minha compreensão do mistério de Cristo, qual em outras gerações não foi manifestado aos filhos dos homens, como se revelou agora no Espírito aos seus santos apóstolos e profetas, a saber, que os gentios são co-herdeiros e membros do mesmo corpo e co-participantes da promessa em Cristo Jesus por meio do evangelho; do qual fui feito ministro, segundo o dom da graça de Deus, que me foi dada conforme a operação do seu poder. A mim, o mínimo de todos os santos, me foi dada esta graça de anunciar aos gentios as riquezas inescrutáveis de Cristo, e demonstrar a todos qual seja a dispensação do mistério que desde os séculos esteve oculto em Deus, que tudo criou, para que agora seja manifestada, por meio da igreja, aos principados e potestades nas regiões celestes, segundo o eterno propósito que fez em Cristo Jesus nosso Senhor.
Esse texto nos mostra como Deus desvendou seu projeto aos homens e como pretende realizá-lo. Aqui encontramos quatro palavras chaves: mistério, revelação, conhecimento, anúncio (ou manifestação). Agora abordaremos apenas as três primeiras. A quarta está intimamente relacionada ao item “fazer discípulos”.
A primeira palavra é “mistério”.
Aqui não se trata de qualquer mistério, mas “o” mistério. O texto diz “o mistério de Cristo”, que em outras gerações não foi dado a conhecer aos filhos dos homens como agora. A palavra mistério vem do grego "misterion" que significa segredo, algo oculto ou escondido, que não é possível saber se o dono do segredo não o revelar. Nesse caso, Deus é o dono do mistério, pois ele estava “oculto em Deus” (se Deus oculta Nele alguma coisa, você não poderá encontrar, a menos que Ele mesmo Revele).
A grande maioria das pessoas não conhece esse mistério. Por isso, os homens, desde os temos mais remotos perguntam: “Existe Deus?” “Se Ele existe, é possível conhecê-lo?” “Quem é Ele?” “Qual o sentido da existência humana?” “Qual a vontade de Deus para a humanidade?” “Qual é seu propósito?” “Por que criou todas as coisas?” “Ele tem um plano para nós?”
Muitas pessoas já tentaram achar uma resposta (filósofos, místicos, religiosos, etc.). Surgiram muitas teorias, suposições, especulações, palpites, mas nada consistente ou verdadeiro foi produzido. É impossível saber a resposta, a não ser que o próprio Deus a revele, pois o mistério está escondido Nele.
Por isso, vamos à segunda palavra: “revelação”
Somente por revelação podemos conhecer o mistério oculto em Deus. Somente quando Ele mesmo revela. “Revelar” significa tirar o véu. Como num teatro, antes de começar a peça, ninguém sabe o que há atrás da cortina. Podemos até imaginar, discutir, conjecturar e podemos estar todos equivocados e todas as nossas idéias!
Mas quando a cortina se abre, é revelado o que estava atrás dela. Somente então podemos ver o que antes era impossível, pois o véu foi retirado e agora está revelado. Assim também com relação ao mistério de Deus. Antes estava oculto, mas agora, O mistério de Deus foi manifestado aos seus santos apóstolos no Espírito. A cortina se abriu de ponta a ponta e podemos ver!
Paulo diz: “como pela revelação me foi manifestado o mistério, conforme acima em poucas palavras vos escrevi”. Ele recebeu a revelação, a visão do mistério e resumidamente escreveu nos capítulos anteriores (1 e 2). O mistério todo foi revelado! Paulo viu e compreendeu pelo Espírito Santo o plano eterno de Deus! E ele escreveu! E hoje, através das Escrituras, nós temos o privilégio de poder também conhecer o plano, a vontade de Deus para a humanidade!
Isso nos leva a outra palavra: “conhecimento”
A cortina foi aberta. O véu foi retirado. Já foi revelada a vontade de Deus aos seus apóstolos e eles escreveram para que todos nós pudéssemos conhecer! Mas o conhecimento (ou compreensão) do mistério não está baseado na sabedoria humana, nem em religião, doutrina, ou interpretações. Ele é concedido pelo Espírito Santo. O véu exterior foi tirado e o mistério foi revelado. Agora é necessário retirar o véu interior de cada um de nós para que tenhamos compreensão do que lemos nas palavras dos apóstolos!
O mistério não está oculto em nenhum livro ou lugar nesse mundo. O Mistério está oculto em Deus. Para conhecer a Deus precisamos conhecer Cristo, ter e saber interpretar a letra viva (e é o Espírito Santo que nos dá esse entendimento,quem nos revela Cristo). Quando conhecemos Cristo, o Filho, conhecermos também o Pai (por que o filho é a imagem expressa do Pai). Esse é o único caminho para conhecer o coração do Pai: Cristo Jesus (porque em Cristo estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento).
Quando conhecemos a Cristo, vemos Nele revelado o mistério de Deus. Como conseqüência da revelação que temos de Cristo Jesus, nele conhecemos também a Igreja, porque a Igreja é o corpo de Cristo (Ef1:22-23). A Igreja é a expressão de Cristo nesse mundo, e só é possível conhecer a Igreja, conhecendo primeiro a Cristo. Ele é o cabeça do Corpo e nós somos ( a extençao de sua comunidade) os membros.
Por isso, perseguir a Igreja é perseguir a Cristo (Ex: Paulo). Amar a Igreja é amar a Cristo. Servir a Igreja é servir a Cristo. Dividir a Igreja é dividir a Cristo (mas Cristo não se divide, é contra sua natureza fundamental). Conhecendo Cristo, podemos compreender a Igreja, e olhando para a Igreja, olhando para os verdadeiros discípulos, podemos neles ver também a Cristo.
» Assim, esse mistério que está em Cristo pode ser resumido em uma só palavra: Igreja!
A Igreja é o Projeto Eterno de Deus. A realização do Projeto cumprirá o Propósito, pois a Igreja é o povo que Deus está formando para viver com Ele na eternidade. É Sua grande família eterna.
A Igreja não é aquilo que estamos acostumados. Não é o que normalmente se entende como igreja hoje (escândalos, exageros, religiosidade, divisões, prédios). Igreja não é prédio, não é um lugar, não é instituição, não é denominação religiosa. Igreja é povo, é gente. Igreja é família. É a comunidade de Cristo! Igreja é o corpo de Cristo.
A Palavra Igreja é uma palavra muito preciosa para o coração de Deus, Pois nessa palavra estão investidos todos os planos de Deus. Esse mistério não somente esteve oculto no Antigo Testamento, mas mesmo quando veio Jesus, Ele não falou muito sobre a Igreja. O Centro da Sua pregação era o Reino de Deus, em todas as cidades e aldeias. A boa notícia do Reino. Ele só usou a palavra Igreja duas vezes, em Mt16 – “edificarei a minha igreja” e Mt18 – “leva-o a igreja”. Mas em todo o seu ministério ele pregou primordialmente o evangelho do Reino de Deus.
Isso nos ensina duas coisas:
1. Se quisermos ver surgir a verdadeira Igreja, temos que pregar o Reino de Deus. A pregação do Evangelho do Reino de Deus produz Igreja.
2. Deus, em seu propósito, reservou a revelação de Igreja para ser dada aos apóstolos não por Jesus, mas pelo Espírito Santo. “revelou agora no Espírito aos seus santos apóstolos e profetas” (Ef3).
A Igreja, através da operação do Espírito Santo em cada um dos filhos de Deus, é responsável pela expressão e realização da vontade de Deus diante da humanidade.
Qual é a vontade de Deus
Paulo disse que poderíamos perceber qual sua compreensão do mistério de Deus nas palavras que escreveu no início da carta aos Efésios, e o centro de sua visão está nos versos 9 e 10 do primeiro capítulo:
Ef 1:9-10 Fazendo-nos conhecer o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que nele propôs para a dispensação da plenitude dos tempos, de fazer convergir em Cristo todas as coisas, tanto as que estão nos céus como as que estão na terra.
A vontade de Deus não é mais um mistério para nós, pois Ele nos fez conhecer (desvendou) o mistério da sua vontade: “fazer convergir em Cristo todas as coisas”. Para compreender isso de maneira mais ampla, vamos entender melhor a expressão “fazer convergir”.
No texto grego, encontramos aqui uma única palavra: anakefalaiostai, onde “ana” significa novamente, outra vês; “kefale” significa cabeça; e “stai” significa fazer. Daí temos: “fazer”+”novamente “+”cabeça”. Encaixando tudo no texto temo:s fazer Cristo novamente o cabeça de todas as coisas. Voltar a unir tudo debaixo da autoridade de Cristo, o Cabeça.
Deus não criou a humanidade na situação que está na atualidade. Ele não projetou o pecado e a desordem. No principio tudo estava unido, em harmonia, o universo, o homem, a mulher e a natureza. Mas infelizmente o homem pecou, rompeu a unidade com Deus e desmantelou tudo, trazendo morte, mentiras, brigas, guerras, imoralidades, doenças, injustiças, sofrimento e muitas outras conseqüências.
Mas Deus se propôs trazer ordem, harmonia e paz novamente atraindo todos a Ele, voltando a unir tudo debaixo de um cabeça, de um Senhor: Jesus Cristo, Seu filho!
Ef 1:22-23 e sujeitou todas as coisas debaixo dos seus pés, e sobre todas as coisas o constituiu como o cabeça da igreja, que é o seu corpo, a plenitude daquele que enche tudo em todos.

O que é a Igreja?

A igreja é aquela parte da sociedade que hoje está em Cristo. São Aqueles que são cheios de Jesus e estão aprendendo a ser como Ele. Aqueles que têm a Cristo como cabeça, como Kyrios, como Senhor. A Igreja é um povo onde:
• Os inimigos se tornam amigos.
• O homem, em Cristo se reconcilia com Deus e com seu irmão.
• Os maridos, que tem a Cristo como seu cabeça, amam suas esposas como Cristo amou a Igreja e dá a vida por ela.
• As esposas, que tem a Cristo como seu cabeça, se sujeitam a seus maridos.
• Os filhos obedecem aos pais no Senhor.
• Os discípulos aprendem a amar-se uns aos outros, como Cristo os amou.
• As famílias são restauradas.
• As pessoas amam os inimigos.
• É unidade, comunidade, comunhão, família, paz, abraço de irmãos, A LUZ do MUNDO.
Essa é a resposta de Deus para todos os problemas da humanidade. Num mundo repleto de violência, corrupção, imoralidade, Deus levanta sua Igreja como um estandarte e diz: “Vejam! Esta é a minha proposta! Assim é o reino do meu Filho amado!”
Como seria o Brasil se, desde o presidente até o mais simples cidadão, todos vivessem conforme a vontade de Deus? Se todos amassem ao próximo como a si mesmos? Se perdoássemos uns aos outros como Ele nos perdoou? Se oferecêssemos a outra face quando agredidos? Se fôssemos os primeiros em servir? Se falássemos a verdade uns para com os outros? Seria o fim das guerras, da ganância, da corrupção, da fome, do egoísmo e etc.
Ah, mas Isso não é um sonho. Essa é a vontade de Deus. É o Projeto de Deus. Ele quer uma família assim. Ele deseja que todos os Seus filhos sejam semelhantes a Jesus e vivam como Ele viveu. E Ele nunca desistiu desse projeto. Antes, trabalha continuamente, através do Espírito Santo, para ver Cristo formado em cada um dos discípulos. Através de Cristo Jesus, Deus estabelecerá novamente Seu reino de amor sobre os homens.

O Evangelho do Reino

Dentro do Projeto Eterno de Deus, qual foi a providencia que Ele tomou para voltar a unir todos debaixo de um único Cabeça? A resposta é: “o Evangelho do Reino”! Por meio dele, Deus coloca todos debaixo do governo de Cristo. Não há outra mensagem, não na outra palavra, não há outro caminho para realizarmos essa tarefa. Esse foi o evangelho que Jesus pregou e é esse evangelho que devemos pregar (Mt 9:35, 24:14; Lc 4:42-43, 8:1, 9:1-2, 10:1,8-9, Mt 5:2-3, 5:33, 7:28-29, 13:18-19,24,31,33,44,45,52; 20:1, 22:2)
O Reino de Deus
Reino é uma forma de governo na qual a maior autoridade está na pessoa do rei. Esse governo se estende sobre todos os territórios e pessoas que estão debaixo do domínio desse rei. Assim, Reino de Deus significa governo de Deus. Ele é o Rei absoluto do Universo por direito inerente, por ser seu criador, dono e sustentador. Ele é a autoridade suprema sobre tudo que existe, sobre o que é visível, e o que é invisível, sobre a criação, os anjos, a humanidade, a história, as nações e os eventos futuros.
O homem é um ser criado por Deus com responsabilidade moral e capacidade de decisão. Ele é responsável por obedecer consciente, voluntária e inteligentemente a palavra de Deus, reconhecendo e acatando, desse modo, o reino de Deus sobre sua vida.
A entrada do pecado já na infância da humanidade tornou o homem independente e afastou o governo de Deus da sua vida. Ele rejeitou o governo de Deus e decidiu mandar na sua própria vida, ser dono de si mesmo. As trágicas conseqüências dessa decisão vieram logo em seguida: mentiras, homicídios, vinganças, disputas, etc. E a correnteza segue forte até os dias de hoje. O pecado é a “doença hereditária” fatal, o veneno mortal que circula nas veias de todo ser humano, do qual é impossível ele se libertar.
Jesus, o “Kyrios”
Para corrigir o desvio causado pelo pecado, Deus enviou seu Filho ao mundo, na pessoa de Jesus de Nazaré. Ele iniciou sua obra anunciando a chegada do reino de Deus e ordenando aos homens que abandonassem sua vida independente de Deus e se sujeitassem a seu governo.
Mc 1:14-15 Ora, depois que João foi entregue, veio Jesus para a Galiléia pregando o evangelho do reino de Deus e dizendo: O tempo está cumprido, e é chegado o reino de Deus. Arrependei-vos, e crede no Evangelho.
Ao contrário de Adão, Jesus foi totalmente obediente ao Pai, dependendo Dele em todas as coisas: nas curas, nas pregações, nos milagres, em tudo. Ele concluiu seu ministério na terra entregando a vida para pagar o preço pelos pecados da humanidade. Por causa de sua plena obediência, triunfou sobre a morte e ressuscitou ao e terceiro dia pelo poder do Espírito Santo. E tendo subido novamente aos céus, foi feito o Rei dos reis e o Senhor dos senhores.
Mt 28:18 E, aproximando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra.
At 2:36 Saiba pois com certeza toda a casa de Israel que a esse mesmo Jesus, a quem vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo.
Fp 2:9-11 Pelo que também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu o nome que é sobre todo nome; para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai.
A palavra Senhor aplicada a Jesus, no texto grego, é "Kyrios", que significa Chefe, Dono, Amo, Senhor, a Máxima Autoridade. Isso quer dizer que o Reino de Deus chegou através de Seu filho Jesus Cristo. Ele é o Rei!
Assim, o evangelho do Reino de Deus apresenta ao pecador uma pessoa a quem ele deve se submeter (Jesus). Requer uma mudança de atitude (arrependimento). E vincula a salvação à fé e à obediência (Mt7:21-27, Mc16:16, Rm1:5,10:9-10).
A boa nova para todos os povos é essa: existe uma solução para a humanidade, uma cura para doença mortal do pecado: cada ser humano deve reconhecer que é pecador, se arrepender, se sujeitar ao governo de Jesus Cristo e viver em obediência a Ele.
Essa é a mensagem que a Igreja deve pregar. Esse evangelho tira o homem da esfera de domínio da morte causada pela desobediência e lhe comunica vida eterna pela fé e obediência. Assim, a vontade de Deus vai se cumprindo, e todos os que se entregam a Cristo Jesus vão sendo reunidos sob o Cabeça. Estes desfrutam da vida, da graça, da autoridade, do amor e do poder que vem do Cabeça da Igreja.
Fazer Discípulos
Conforme escrevi acima, a Igreja, através da operação do Espírito Santo, é responsável pela expressão e realização da vontade de Deus diante da humanidade. Mas como isso acontece? Como podemos realizar o projeto de Deus e alcançar seu Supremo Propósito?
A única maneira é fazer discípulos. Um discípulo á alguém que crê em tudo que Jesus disse e faz tudo que Ele manda. É alguém que está aprendendo a ser como Jesus. Alguém que está convergindo para Cristo juntamente com seus irmãos.
É por isso que a única maneira de gerar discípulos é pela proclamação do evangelho do Reino, pois ele traz uma mensagem que estabelece Jesus Cristo como o Senhor da vida.
Mt 28:18-20 E, aproximando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra. Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a observar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos.
Essa é a estratégia de Deus para a realização do Seu Projeto Eterno. É o mandamento de Jesus que nos conduz ao cumprimento do Propósito Eterno de Deus. Essa é a tarefa da Igreja. Cada ser humano deve ser alcançado pelo evangelho do Reino, se tornar um discípulo e ser confirmado à imagem e semelhança de Jesus.
Fazer discípulos envolve as tarefas de proclamar o Evangelho do Reino aos pecadores, batizar ( confirma-los) os que crerem e ensiná-los a viver como Jesus ordenou.
O Serviço dos Santos
O crescimento e a edificação da Igreja ocorrem através da obra de fazer discípulos. É assim que se põe em andamento o Projeto Eterno. À medida que a Igreja cresce e se aperfeiçoa, a família eterna é formada. Essa obra não é responsabilidade de alguns poucos irmãos consagrados ou mais experientes. Ela é realizada por todos os santos. Nenhum filho de Deus está isento dessa tarefa.

Todos São Sacerdotes

No Reino de Deus não existe uma casta sacerdotal privilegiada, responsável por fazer a obra espiritual e servir ao Senhor, separada da multidão de leigos que ouvem, observam e recebem as bênçãos. Todos nós juntos somos a família de Deus, uma nação de sacerdotes.
1Pe2:9 Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as grandezas daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz.
A fim de vermos o Propósito Eterno de Deus se cumprir, é necessário, orar, pregar o evangelho, batizar, ensinar os discípulos, cuidar deles, curar os enfermos, profetizar, testemunhar e todos nós somos convocados para essa obra. Somos cooperadores de Deus para o cumprimento do Seu Propósito.
Deus estabeleceu cada um de nós no Corpo de Cristo para servir conforme a graça específica que Ele concedeu a cada um. Ele nos capacitou com dons e talentos (1Co12:1-12) para sermos úteis na sua obra.
Ef 4:11-12 E ele deu uns como apóstolos, e outros como profetas, e outros como evangelistas, e outros como pastores e mestres, tendo em vista o aperfeiçoamento dos santos, para o desempenho do ministério, para edificação do corpo de Cristo;
O texto acima é muito importante para entendermos como ocorre a obra de edificação da Igreja. Vemos que Deus deu ao corpo de Cristo apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres.
• Com qual objetivo? ? o aperfeiçoamento dos santos.
• Aperfeiçoar os santos para que? ? para o desempenho do ministério
• Que ministério? ? a edificação do corpo de Cristo
A palavra “aperfeiçoamento no texto grego é "katartismos" e significa “reto ordenamento”. Essa é a função dos apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres. Eles devem ordenar corretamente os santos para que cada um desempenhe o seu ministério, a edificação do corpo de Cristo. Eles vão identificar os dons de cada um, a graça que cada um tem, as características de caráter e colocar cada um na posição adequada, com a tarefa adequada, ligado ao companheiro adequado para que o corpo seja bem ligado e ajustado para crescer e se edificar.
Quem desempenha a obra de edificação são os santos – os discípulos – à medida que cada um realiza a sua parte.
Ef 4:15-16 antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo, do qual o corpo inteiro bem ajustado, e ligado pelo auxílio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte, efetua o seu crescimento para edificação de si mesmo em amor.
A colaboração de “cada parte” é importantíssima. Se eu ou você não fizermos nossa parte, o corpo ficara desajustado. Se apenas uma parte for negligente com a sua tarefa, o crescimento de todo o corpo será comprometido. Ninguém vai chegar ao alvo sozinho. Ou chegaremos todos juntos, como corpo, ou não chegaremos (mas sabemos que não chegar jamais será uma possibilidade para os filhos de Deus).

O Trabalho nas Casas

Dentro do Projeto Eterno de Deus, o principal centro de formação de discípulos são os lares. É no contexto da família que um discípulo aprende a ser família de Deus. Uma família de discípulos, totalmente entregue ao Senhor, passa a ser um foco de irradiação da vida de Cristo a todos a sua volta (parentes, vizinhos, amigos e outros mais) como igreja na casa (Rm16:4,14,15; 1Co16:19).
A igreja na casa, esse pequeno, mas importante componente da Igreja na localidade passa a trabalhar com os discípulos para edificação, serviço, ensino, multiplicação e comunhão; estando ligada a outras igrejas nas casas formando a Igreja na cidade.
At 2:41-47 De sorte que foram batizados os que receberam a sua palavra; e naquele dia agregaram-se quase três mil almas; e perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações. Em cada alma havia temor, e muitos prodígios e sinais eram feitos pelos apóstolos. Todos os que criam estavam unidos e tinham tudo em comum. E vendiam suas propriedades e bens e os repartiam por todos, segundo a necessidade de cada um. E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E cada dia acrescentava-lhes o Senhor os que iam sendo salvos.
É preciso que cada discípulo do Senhor Jesus compreenda sua responsabilidade dentro do Propósito Eterno de Deus. É necessária a cooperação de cada um. E todos precisam encarar o desafio, se preparar, se santificar, ser cheios do Espírito Santo, empregar seu tempo e sua vida na obra de formar discípulos para Jesus.
Devemos olhar firmemente para Ele, e Nele vermos claramente o Projeto Eterno de Deus. Devemos trabalhar constantemente para ver Cristo formado em cada discípulo para, em breve, vermos surgir um povo cheio do Espírito Santo e agradável a Deus. Um povo formado por famílias sólidas, estáveis, onde os casais convivam em harmonia e fidelidade, os solteiros se mantenham em castidade, os filhos respeitem os pais, as esposas sejam submissas aos seus maridos e os maridos amorosos e responsáveis.
Um povo que saiba trabalhar, estudar, progredir, casar-se, comer, criar filhos, descansar, honrar os mais velhos, divertir-se, recrear-se; repartir com os necessitados, servir e sobre tudo ter um íntimo relacionamento com seu Pai celestial. Tudo que não coopera com o Propósito Eterno de Deus deve ser deixado para trás. E seguirmos em frente!
Fp 3:7-15 Mas o que para mim era lucro passei a considerá-lo como perda por amor de Cristo; sim, na verdade, tenho também como perda todas as coisas pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, (letra viva) meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como refugo, para que possa ganhar a Cristo, e seja achado nele, não tendo como minha justiça a que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus pela fé; para conhecê-lo, e o poder da sua ressurreição e a e a participação dos seus sofrimentos, conformando-me a ele na sua morte, para ver se de algum modo posso chegar à ressurreição dentre os mortos. Não que já a tenha alcançado, ou que seja perfeito; mas vou prosseguindo, para ver se poderei alcançar aquilo para o que fui também alcançado por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo pelo prêmio da vocação celestial de Deus em Cristo Jesus. Pelo que todos quantos somos perfeitos tenhamos este sentimento; e, se sentis alguma coisa de modo diverso, Deus também vo-lo revelará.

Vosso Irmão na Fé do Evangelho!
Apóstolo Antoniony Cintra

segunda-feira, 12 de novembro de 2012



A MENSAGEM DO EVANGELHO PARA HOJE


acordeUM CLAMOR PROFÉTICO    (Acorda Igreja)

                      Existe um clamor vindo dos céus, rompendo as barreiras humanas e destronando os principados e potestades comovendo o coração da cristandade para um retorno ao puro evangelho. Este clamor aponta para uma retomada de posição diante das blasfemas posturas assumidas por aqueles que tentam facilitar as decisões diante de Deus. Deus não se rebaixa para mudar seus padrões, mas eleva o homem para que este consiga viver no padrão dEle.
O que temos visto na cristandade, é um evangelho sem cruz e evangelho sem cruz não pode produzir arrependimento e contrição necessários para salvação. A banalização e a idiotização do evangelho tem levado a cristandade  para sarjeta moral, cultural e social. Os cantores gospels estão embriagados com as possibilidades de fazerem sucesso, os líderes religiosos perderam a simplicidade da Palavra e estão drogados por números, as “igrejas” (denominações)  estão poluídas por uma teologia espúria e anti-bíblica. Pregadores da prosperidade envergonham e denigrem o Santo Evangelho do Senhor Jesus Cristo e o pior é que o povo que se denominam povo de Deus, tem sacrificado suas mentes, valores e princípios no altar do pragmatismo, de Mamon e da vida fácil. Os cultos tem se tornado festivos e atrativos para que as pessoas se sintam bem  nesses ambientes. Muitos líderes religiosos são ávidos em oferecer e negociarem  as bênçãos (graças) de Deus como se esse fosse o caminho real para uma transformação de vida. O que precisa ficar bem claro para todos é que não existem bençãos sem primeiro passar pela Cruz. Sem Cruz não existe vida cristã. Sem vida cristã andam rodando em círculos.
Metanóia é a palavra da vez. Metanóia deve ser para o ímpio e para o cristão. Nunca foi tão urgente um arrependimento em largas proporções. Para o cristão urge um arrependimento de obras mortas. De obras e comportamentos que ofendem a Deus. Uma Metanóia capaz de rasgar o coração e desnudar perante Deus nossas intimidades, pecados, pensamentos e sentimentos. Neste nível veremos um grande despertamento na Igreja. Veremos o Espírito apontar para Jesus Cristo e engrandecê-lo. Veremos e experienciaremos uma comoção social de tal proporção que milhares e milhares virão aos pés do Salvador. Ou a cristandade acordam agora e se voltam para Deus  ou verão  começar o juízo de Deus sobre vossas cabeças.
Que esses líderes religiosos alcancem arrependimento pela suas indiferenças, descrença e abandono das verdades fundamentais da Palavra de Deus. Que chorem suas misérias e lamentem seus pecados. Que tais ministros   derramem  suas lágrimas diante do Todo Poderoso e alcancem corações puros pelo Sangue de Jesus. Que venham  pregar o Evangelho sem fazerem barganhas para encherem suas “igrejas” (denominações). Que sejam transigentes com os valores do Reino e apontem a suficiência da Palavra e do Salvador para as necessidades dos homens. Que primeiro se alimentem da Palavra para depois terdes alimento para darem ao povo. Que paguem o preço de serem a voz que clama no deserto, mas que sejam íntegros diante dos descalabros apresentados. Que sejam  os modelos de humildade, justiça e de santidade.
Que o povo que se chama de povo de  Deus, se arrependam e busquem O Senhor enquanto se pode achar, e que abandonem o mundanismo que vivem em nossos dias. Para que a presença de Cristo seja real em vossos cultos. Que vossa adoração seja verdadeira e espiritual e não espetáculos para engrandecimento de homens e do sistema. Que olhem para Jesus autor e consumador da nossa Fé. Que sejam realmente Igreja, limpa de mãos e pura de coração para subir ao monte do Senhor. Que a intimidade do Senhor seja realidade para aqueles que O temem.
Que venha sobre vós a chuva do Espírito. Que Deus orvalhe sobre vós Sua Graça e que vos encharquem dela. Que a Igreja tenha um só coração e mente para servir somente a Cristo e entronizá-lo como Senhor.

domingo, 11 de novembro de 2012

A MENSAGEM DO EVANGELHO PARA HOJE


Que Denominação é Esta?

ou qual é a sua Igreja?


Esta é uma pergunta que de um modo geral se faz, quando se dá um folheto ou quando convidamos alguém para alguma reunião de estudo da Palavra de Deus. Sem dúvida é uma pergunta sábia, especialmente nestes dias de tanta confusão.
Mas, o que teria acontecido se a mesma pergunta houvesse sido feita nos dias dos apóstolos? Suponhamos que você tivesse vivido naquela época, e um dia, ao se encontrar com o apóstolo Pedro, lhe perguntasse:- Pedro, que denominação é esta? Você pode imaginar a resposta? Pedro, sem dúvida, teria coçado a cabeça completamente perplexo, pois não haviam denominações em sua época. O crente procurava seguir a ordem divina.
Deus tem uma Igreja neste mundo, mas não é uma organização da qual você por si próprio torna-se membro. É possível fazer-se membro de uma "igreja" feita por homens, e depois "deixa-la" se você não ficar satisfeito. Mas você nunca poderia fazer a si mesmo membro da Igreja de Deus, a qual é chamada "a Igreja do Deus vivo"(1 Timóteo 3.15).
Temos de voltar ao fundamento, o qual é Cristo. "Porque ninguém pode pôr outro fundamento, além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo"(1 Coríntios 3.11). A Palavra de Deus nos diz que somos pecadores culpados diante dEle, perdidos em nossos pecados e "por natureza filhos da ira"(Efésios 2.1-3). Mas Deus, em Seu amor e misericórdia, enviou Seu próprio Filho a este mundo para pagar por nossos pecados na cruz.
Primeiro o Senhor Jesus veio ao Seu próprio povo terreno, Israel."Veio para o que era Seu e os Seus não O receberam" (João 1.11). Então, foi entregue para morrer na cruz pelos pecados de todo o mundo. Triunfante, Se levantou de entre os mortos, ascendeu à destra do Pai, e enviou o Espírito Santo ao mundo no dia de Pentecostes.
Com Sua ascensão e a vinda do Espírito Santo, havia chegado o tempo, no programa eterno de Deus, de colocar de lado a nação de Israel, e trazer uma coisa completamente nova - Sua Igreja. É chamada "Igreja, que é o Seu corpo"(Efésios 1.22,23).
Sua Igreja não é "denominada". Isto é, não tem nome dado pelos homens, nem é uma organização humana, porém é composta de pessoas salvas, tanto judeus como gentios. Não tem lista de membros na Terra, e ninguém pode fazer-se membro dela. Mas quando alguém vem a Deus como um pecador culpável, e recebe ao Senhor Jesus Cristo em seu coração como seu Senhor e Salvador, seu nome está escrito no Céu e imediatamente é "acrescentado" à Igreja pelo próprio Senhor (Atos 2.47). Passa a levar, então, o nome de seu Salvador, e é feito uma "nova criação" em Cristo (2 Coríntios 5.17). Não necessita outro nome e nem precisa fazer-se membro de algo inventado pelo homem.
Durante o tempo primitivo da Igreja, os crentes se reuniam simplesmente para estudar a Palavra. Não tinham nomes ou organizações denominacionais, e nem o mecanismo da atualidade. Mas as idéias mundanas penetraram mais e mais, e a simplicidade devida a Cristo desapareceu (2 Coríntios 11.3). O homem religioso sempre esta acrescentando algo à ordem simples de Deus.
Deus não é autor de nenhuma denominação. Algumas delas abraçam algumas verdades bíblicas muito sadias, e têm muitos crentes, nascidos de novo, em suas organizações. Mas os crentes são assim divididos uns dos outros por seus nomes. Isto é um pecado contra Deus.
Os crentes primitivos não se "denominavam" ou tinham nomes postos por eles. Eram conhecidos por termos como "discípulos", "crentes", "santos", "cristãos", ou qualquer nome que pudesse ser levado por TODOS os crentes. Não temos nenhuma base bíblica para levar um nome que não possa ser levado por todos os filhos de Deus neste mundo. Fazer isto é querer dividir o "um só Corpo" de Cristo(1 Coríntios 12.12).
Um filho de Deus deve ter um sadio e inteligente conhecimento da Palavra de Deus. Não deve estar em jugo desigual tendo comunhão com os inconvertidos, mas deve "sair do meio deles" como diz 2 Coríntios 6.14-18.
O crente deve honrar o Senhorio de Cristo, reconhecendo-O como Senhor. O mundo religioso Lhe nega esta honra e quase universalmente se refere a Ele como "Jesus", o nome de Sua humanidade.Vemos como Paulo, em suas epístolas, cuidadosamente O trata honradamente como "O Senhor Jesus Cristo".
Os crentes devem tratar de, a qualquer custo, se reunir para estudar a Palavra a fim de se edificarem uns aos outros na fé. Muitas vezes isto tem que ser feito em pequenas reuniões caseiras, porque a verdade não é aceita em lugares humanamente elevados. "Saiamos, pois, a Ele fora do arraial, levando o Seu vitupério"(Hebreus 13.13).

terça-feira, 6 de novembro de 2012


Jesus Cristo é o Próprio Deus 
Provas e Evidências Bíblicas
"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz" Isaías 9:6

"Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e ele será chamado pelo nome de Emanuel (que quer dizer: Deus conosco). 
Mateus 1:23

"Disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós outros." 
Êxodo 3:14

"Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade eu vos digo: antes que Abraão existisse, EU SOU."
João 8:58

"Por isso, eu vos disse que morrereis nos vossos pecados; porque, se não crerdes que EU SOU, morrereis nos vossos pecados." 
João 8:24
Mais Provas e Evidências Bíblicas 
DEUS
JESUS
Deus não muda
"Porque eu, o SENHOR, não mudo; por isso, vós, ó filhos de Jacó, não sois consumidos."  Malaquias 3:6
Jesus não muda.
"Jesus Cristo , ontem e hoje , é o mesmo e o será para sempre." Hebreus 3:6
Deus é o Único Salvador
"Eu, eu sou o SENHOR, e fora de mim não há salvador." Isaías 43:11
"...a fim de ornarem, em todas as coisas, a doutrina de Deus, nosso Salvador." Tito 2:10
"Ora, é para esse fim que labutamos e nos esforçamos sobremodo, porquanto temos posto a nossa esperança no Deus vivo, Salvador de todos os homens, especialmente dos fiéis."  2 Timóteo 4:10
"e o meu espírito se alegrou em Deus, meu Salvador"  Lucas :47
Jesus é o Único Salvador
"antes, crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo." 2 Pedro 3:12 
Simão Pedro, servo e apóstolo de Jesus Cristo, aos que conosco obtiveram fé igualmente preciosa na justiça do nosso Deus e Salvador Jesus Cristo" 2 Pedro 1:1
"é que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor." Lucas 2:11
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Deus
Jesus
Deus criou os céus e a terra
"Assim diz o SENHOR, que te redime, o mesmo que te formou desde o ventre materno: Eu sou o SENHOR, que faço todas as coisas, que sozinho estendi os céus e sozinho espraiei a terra;"  Isaías 44:24
"No princípio, criou Deus os céus e a terra." Gênesis 1:1
Jesus Cristo criou os céus e a terra
"mas acerca do Filho: O teu trono, ó Deus, é para todo o sempre; e: Cetro de eqüidade é o cetro do seu reino. Amaste a justiça e odiaste a iniqüidade; por isso, Deus, o teu Deus, te ungiu com o óleo de alegria como a nenhum dos teus companheiros. Ainda: No princípio, Senhor, lançaste os fundamentos da terra, e os céus são obra das tuas mãos; eles perecerão; tu, porém, permaneces; sim, todos eles envelhecerão qual veste; também, qual manto, os enrolarás, e, como vestes, serão igualmente mudados; tu, porém, és o mesmo, e os teus anos jamais terão fim."  Hebreus 1:8-12
"Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez."  João 1:3
Deus
Jesus
Deus é o Verbo
"No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus." João 1:1
Jesus é o Verbo
"E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai." João 1:14
Deus
Jesus
Deus é o Primeiro e o Último
Quem fez e executou tudo isso? Aquele que desde o princípio tem chamado as gerações à existência, eu, o SENHOR, o primeiro, e com os últimos eu mesmo." Isaías 41:4
Jesus é o Primeiro e o Último
"Porém ele pôs sobre mim a mão direita, dizendo: Não temas; eu sou o primeiro e o último"  Apocalipse 1:17


Deus
Jesus
Deus perdoa pecados
"Quem pode perdoar pecados, senão um, que é Deus?"  Marcos 2:7
Jesus perdoa pecados
"Vendo-lhes a fé, Jesus disse ao paralítico: Filho, os teus pecados estão perdoados." Marcos 2:5
Deus é o Redentor
"tu, ó SENHOR, és nosso Pai; nosso Redentor é o teu nome desde a antiguidade." Isaías 63:16
Jesus é o Redentor
"aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus, o qual a si mesmo se deu por nós, a fim de remir-nos de toda iniqüidade e purificar, para si mesmo, um povo exclusivamente seu, zeloso de boas obras."  Tito 2:13
Deus é Um
"Ouve, Israel, o SENHOR, nosso Deus, é o único SENHOR." Deuteronômio 6:4
"Eu sou o SENHOR, e não há outro; além de mim não há Deus; eu te cingirei, ainda que não me conheces." Isaías 45:5
Jesus e Deus são Um
"Eu e o Pai somos um." João 10:30
"Disse-lhe Jesus: Filipe, há tanto tempo estou convosco, e não me tens conhecido? Quem me vê a mim vê o Pai; como dizes tu: Mostra-nos o Pai?" João 14:9
Pois há três que dão testemunho no céu: o Pai, a Palavra e o Espírito Santo; e estes três são um." 1 João 5:7


Deus
Jesus
Somente Deus pode ser adorado
"Mas Jesus lhe respondeu: Está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a ele darás culto." Lucas 4:8
Jesus é adorado
"Enquanto estas coisas lhes dizia, eis que um chefe, aproximando-se, o adorou e disse: Minha filha faleceu agora mesmo; mas vem, impõe a mão sobre ela, e viverá." Mateus 9:18
"E, novamente, ao introduzir o Primogênito no mundo, diz: E todos os anjos de Deus o adorem." Hebreus 1:6
"Respondeu-lhe Tomé: Senhor meu e Deus meu!" João 20:28
Deus é desde a Eternidade
"Reina o SENHOR. Revestiu-se de majestade; de poder se revestiu o SENHOR e se cingiu. Firmou o mundo, que não vacila.
2 Desde a antiguidade, está firme o teu trono; tu és desde a eternidade." Salmos 93:1,2
Jesus é desde a Eternidade
"E tu, Belém-Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade." Miquéias 5:2


Deus
Jesus
Deus cura"Bendize, ó minha alma, ao SENHOR, e não te esqueças de nem um só de seus benefícios. Ele é quem perdoa todas as tuas iniqüidades; quem sara todas as tuas enfermidades" Salmos 103:2,3Jesus cura"Chegada a tarde, trouxeram-lhe muitos endemoninhados; e ele meramente com a palavra expeliu os espíritos e curou todos os que estavam doentes" Mateus 8:16
Deus é o Supremo Juíz
"Ó SENHOR, Deus das vinganças, ó Deus das vinganças, resplandece. Exalta-te, ó juiz da terra; dá o pago aos soberbos." Salmos 94:1,2
"Um só é Legislador e Juiz, aquele que pode salvar e fazer perecer; tu, porém, quem és, que julgas o próximo?" Tiago 4:12
Jesus é o Supremo Juíz
"Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo." 2 Coríntios 5:10
Deus é a Vida
"O Espírito de Deus me fez, e o sopro do Todo-Poderoso me dá vida." Jó 33:4 
"Pois em ti está o manancial da vida; na tua luz, vemos a luz." Salmos 36:9
Jesus é a Vida
"Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim." João 14:6
 

MENSAGEM DO EVANGELHO PARA OS NOSSO DIAS